COMUNICAÇÃO DO PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM COM O DEFICIENTE AUDITIVO

Autores

  • Efigênia Cristina Pereira de Oliveira
  • , Erci Gaspar da Silva Andrade

Palavras-chave:

Libras, Comunicação, Enfermagem, Saúde

Resumo

Através da comunicação, os seres humanos partilham diferentes informações entre si, tornando o ato de comunicar uma atividade essencial para a vida em sociedade e mostrando que não importa a forma de comunicação o importante é que se entenda a linguagem de cada um. O presente estudo descreve as dificuldades dos profissionais de enfermagem na comunicação com o deficiente auditivo, tem como finalidade levantar quais as maiores dificuldades desses profissionais na comunicação com o DA e sua opinião ao aprendizado de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). A amostra dos dados constou de um questionário estruturado de abordagem quantiqualitativo nas Unidades de Atenções Básicas de Saúde, entre 22 enfermeiros e 28 técnicos em enfermagem onde este teve como levantamento a percepção desses profissionais sobre LIBRAS. Os resultados desta pesquisa revelam que os profissionais não possuem conhecimento necessário sobre a LIBRAS e que a linguagem é uma parte mais que importante para uma consulta humanizada e de qualidade.

Referências

Araujo MMT, Silva MJP, Puggina ACG. A comunicação não verbal enquanto fator iatrogênico. Rev Esc Enferm USP.2007; 41(3):419-25.

Silva PS, Basso NAS, Fernandes SRCM. A enfermagem e a utilização da língua brasileira de sinais no atendimento ao deficiente auditivo. Revista UNINGÁ Review. 2014; 17: 5-12.

Brasil, Câmara dos Deputados. Critérios para definição da deficiência auditiva. Disponível em: < http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/clp/banideias.htm/6-direitos-sociais/i-saude/criterios-para-definicao-da-deficiencia-auditiva>. Acesso em: 26 out 2015.

Brasil, Casa civil. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Disponível em:< http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm>. Acesso em: 22 out 2015.

Marques HCR, Barroco SMS, Silva TSA. O ensino da língua Brasileira de sinais na educação infantil para crianças ouvintes e surdas: considerações com base na psicologia histórico-cultural. Rev Bras Educ Espec. 2013; 19(4):503-17.

Marinus MWLC, Queiroga BAM, Moreno LR, Lima LS. Comunicação nas práticas em saúde: revisão integrativa da literatura. Revista saúde soc. 2014; 23(4):1356-69.

Castro SS, Paiva KM, César CLG. Dificuldades na comunicação entre pessoas com deficiência auditiva e profissionais de saúde: uma questão de saúde pública. Revista Soc Bras Fonoaudiol. 2012; 17(2):128-34.

Silva JAM, Peduzzi M, Orchard C, Leonello VM. Educação interprofissional e prática colaborativa na Atenção Primária à Saúde. Revista Esc Enferm USP 2015; 49(Spec.2):16-24.

Chaveiro N, Barbosa MA, Porto CC, Munari DB, Medeiros M, Duarte SBR. Atendimento à pessoa surda que utiliza a língua de sinais, na perspectiva do profissional de saúde. Cogitare Enferm. 2010; 15(4):639-45.

Downloads

Publicado

2018-01-29

Como Citar

Oliveira, E. C. P. de, & Andrade, , E. G. da S. (2018). COMUNICAÇÃO DO PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM COM O DEFICIENTE AUDITIVO. REVISA, 5(1), 30–38. Recuperado de https://rdcsa.emnuvens.com.br/revista/article/view/782

Edição

Seção

Artigo Original