Perceptions of the Nursing Staff during the Death Processof the Hospitalized Patient

Authors

  • Nayfa de Sousa Medeiros
  • Daniella Ribeiro G. Mendes

Keywords:

Death;, Dying, Nursing, Nursing feelings, Nursing cares

Abstract

Introduction: Death is not only a natural and inevitable biological
event of human life, but a socially constructed process, which, as
a result, has taken on several collective representations in Western
societies throughout history.
Objective: To investigate the perceptions of the nursing staff during
the process of death of hospitalized patients.
Methods: This is a literature review on the topic “Nursing in the
face of death”, through the research of books and scientific articles
listed in the LILACS and SciELO, with the following keywords: nursing,
death, dying, coping, and nursing care. The selected articles were
published in the past eight years (2006-2013) and met at least one of
the selected keywords in Portuguese.
Results: The word “death” [in Portuguese, morte] has its origin
in Latin and means the end of animal or plant life, the act of dying,
end, expiration. To care is an inherent human feeling, pervasive in
mankind as a whole, and is present in our daily life in the family, at
work, in social life, strengthening feelings and maintaining the bonds
of relationship between those who care and those who are cared for.
“Feeling” [sentimento] can be defined as the act or effect of exercising
the sensibility [sentir, with ‘se’]. Healthcare professionals do not understand
the theoretical significance of the death and dying process,
and do not feel prepared to experience this process.
Conclusion: Nursing professionals should understand that a lack
of comprehension about death and dying can harmfully affect their
work with patients and families, as well as their emotional state.

References

Oliveira JR, Brêtas JRS, Yamaguti L. A morte e

o morrer segundo representações de estudantes

de enfermagem. Rev Esc Enferm USP. 2007;

(3):386-394.

Santos MA, Hormanez M. Atitude frente à morte

em profissionais e estudantes de enfermagem:

revisão da produção científica da última década.

Ciência & Saúde Coletiva 2013; 18(9):2757-2768.

Takahashi CB, Contrin LM, Beccaria LM, Goudinho

MV, Pereira RAM. Morte: percepção e sentimentos

de acadêmicos de enfermagem. Arq Ciênc Saúde.

; 15(3):132-138.

Silva AM, Silva AJP. A preparação do graduando de

enfermagem para abordar o tema morte e doação

de órgãos. Rev Enferm UERJ. 2007; 15(4):549-54.

Sousa DM, Soares EO, Costa KMS, Pacífico ALC,

Parente ACM. A vivência da enfermeira no processo

de morte dos pacientes oncológicos. Texto

Contexto Enferm. 2009; 18(1):41-7.

Machado WCA, Leite JL. Eros e Thanatos: a morte

sob a óptica da enfermagem. 2ª Ed. São Caetano

do Sul: Yends; 2006.

Rodrigues MVC, Ferreira ED, Menezes TMO. Comunicação

da enfermeira com pacientes portadores

de câncer fora de possibilidade de cura. Rev Enferm

UERJ. 2010; 18(1):86-91.

Shimizu HE. Como os trabalhadores de enfermagem

enfrentam o processo de morrer. Rev Bras Enferm.

; 60(3):257-62.

Mota MS, Gomes GC, Coelho MF, Lunardi Filho

WD, Sousa LD. Reações e sentimentos de profissionais

da enfermagem frente à morte dos pacientes

sob seus cuidados. Rev Gaúcha Enferm. 2011;

(1):129-35.

Ribeiro DB, Fortes RC. A morte e o morrer na

perspectiva de estudantes de enfermagem. Revisa.

; 1(1):32-39.

Carvalho LS, Oliveira MAS, Portela SC, Silva CA,

Oliveira ACP, Camargo, CL. A morte e o morrer

no cotidiano de estudantes de Enfermagem. RevEnferm

UERJ. 2006; 14(4):551-7.

Júnior FJGS, Santos LCS, Moura PVS, MeloI BMS,

Monteiro CFS. Processo de morte e morrer: evidências

da literatura científica de Enfermagem.

Rev Bras Enferm. 2011; 64(6):1122-6.

Silva RS, Campos AER, Pereira A. Cuidando do

paciente no processo de morte na Unidade de

Terapia Intensiva. Rev Esc Enferm USP. 2011;

(3):738-44.

Santos JL, Bueno SMV. Educação para a morte a

docentes e discentes de enfermagem: revisão documental

da literatura científica. Rev Esc Enferm

USP. 2011; 45(1):272-6.

Durozoi G, Rousse A. Dicionário de Filosofia. 5ª

ed. Campinas: Papirus; 2005.

Ariès P. História da morte no ocidente: da Idade

Média aos nossos dias. 6ª Ed. Rio de Janeiro:

Ediouro; 2003.

Klafke ET. O médico lidando com a morte: aspectos

da relação médico-paciente terminal em

cancerologia. In: CassorlaSR. Da morte: estudos

brasileiros. Campinas: Papirus; 1991. p.38-52.

Bellato R, Araújo AP, Ferreira HF, Rodrigues PF.

A abordagem do processo do morrer e da morte

feita por docentes em um curso de graduação

em enfermagem. Act Paul Enferm. 2007; 20(3):

-63.

Gutierrez BAO, Ciampone MHT. O processo de

morrer e a morte no enfoque dos profissionais de

enfermagem de UTIs. RevEscEnferm USP. 2007;

(4): 660-7.

Pinho LMO, Barbosa MA. A relação docente-

-acadêmico no enfrentamento do morrer. RevEscEnferm

USP. 2010; 44(1): 107-12.

Benedetti GMS, Oliveira K, Oliveira WT, Sales

CA, Ferreira PC. Significado do processo morte/

morrer para os acadêmicos ingressantes no curso

de enfermagem. Rev Gaúcha Enferm. 2013;

(1): 173-179.

Gargiulo CA, Melo MCSC, Salimena AMO, Bara

VMF, Souza IEO. Vivenciando o cotidiano do cuidado

na percepção de enfermeiras oncológicas.

Texto Contexto Enferm. 2007; 16(4): 696-702. Boff L. Ética e moral a busca dos fundamentos. 2ª

Ed. Petrópolis: Vozes; 2003.

Covolan NT, Corrêa CL, Hoffmann-Horochovski

MT, Murata MPF. Quando o vazio se instala no

ser: reflexões sobre o adoecer, o morrer e a morte.

Rev Bioética. 2010;18(3): 561 – 71.

Santos JL, Bueno SMV. A questão da morte e os

profissionais de enfermagem. Rev Enferm. UERJ.

; 18(3):484-7.

Combinato DS, Queiroz MS. Um estudo sobre a

morte: uma análise a partir do método explicativo

de Vigotski. Ciência & Saúde Coletiva. 2011;

(9): 3893-3900.

Kübler-Ross E. Sobre a morte e o morrer. 7ª Ed.

São Paulo: Martins Fontes; 1996.

Bifulco VA, Iochida LC. A formação na graduação

dos profissionais de saúde e a educação para o

cuidado de pacientes fora de recursos terapêuticos

de cura. Rev Bras Educ Méd. 2009; 33(1):92

-100.

Waldow VR. O cuidado na saúde: a relação entre

eu, o outro e o cosmos. 1ª Ed. Petrópolis: Vozes;

Houaiss A. Dicionário Houaiss da língua portuguesa.

ª Ed. Rio de Janeiro: Objetiva; 2001.

Silva LCSP, Valença CN, Germano RM. Percepções

dos profissionais de enfermagem intensiva frente

a morte do recém-nascido. Rev Bras Enferm.

; 63(2):238-42.

Boff L. Princípios de compaixão e cuidado. 4ª Ed.

Petrópolis: Vozes; 2009.

Junior L, Eltink CF. A visão do graduando de enfermagem

perante a morte do paciente. J Health

Sci Inst. 2011; 29(3):176-82.

Sadala MLA, Silva FM. Cuidando de pacientes em

fase terminal: a perspectiva de alunos de enfermagem.

Rev Esc Enferm USP. 2009; 43(2):287-94.

Dalmolin GL, Lunardi VL, Lunardi Filho WD. O

sofrimento moral dos profissionais de enfermagem

no exercício da profissão. Rev Enferm UERJ.

; 17(1):35-0.

Dal Pai D, Lautert L.Estratégias de enfrentamento

do adoecimento: um estudo sobre o trabalho da

enfermagem. Acta Paul Enferm. 2009; 22(1):60-5.

Angerami-Camon VA. E a psicologia entrou no

hospital. 1ª Ed. São Paulo: Pioneira; 1996.

Salomé GM, Martins MFM, Espósito VHC. Sentimentos

vivenciados pelos profissionais de enfermagem

que atuam em unidade de emergência.

Rev Bras Enferm. 2009; 62(6):856-62.

Published

2013-10-16

How to Cite

Medeiros, N. de S., & Mendes, D. R. G. (2013). Perceptions of the Nursing Staff during the Death Processof the Hospitalized Patient. Revista De Divulgação Científica Sena Aires, 2(2), 189–196. Retrieved from https://rdcsa.emnuvens.com.br/revista/article/view/857

Issue

Section

Literature Review