PERFIL PARASITOLÓGICO DE ALFACES COMERCIALIZADAS EM FEIRAS LIVRES DO DISTRITO FEDERAL
Palavras-chave:
Alface, Doenças transmitidas por alimento, ParasitasResumo
Este trabalho objetivou avaliar o perfil parasitário em alfaces crespas comercializadas em diferentes bancas de feiras livres do Distrito Federal. Trata-se de uma pesquisa quali-quantitativa, onde foram analisadas 4 amostras de alfaces escolhidas aleatoriamente, aplicando-se a técnica descrita por Hoffman de sedimentação espontânea. A análise parasitológica das quatro amostras de alfaces crespas revelou resultados negativos quanto à presença de micro-organismos patogênicos a saúde humana. Com base nos dados obtidos no presente estudo conclui-se que as amostras apresentam boas condições sanitárias. Embora o resultado esteja em desacordo com alguns achados na literatura, faz-se necessário aumentar o número de amostras analisadas em pesquisas adicionais sobre o assunto para uma abordagem baseada em melhores evidências.
Referências
Silva L, Silva V, Ludwig K, Montenote M, Silva R. Avaliação parasitológica em amostras de alfaces (lactuca sativa var. crispa) comercializadas no município de Quatá, São Paulo - Brasil. Bioscience Journal. 2014; 30(4):1252-8.
Spósito JD, Viol BM. Avaliação Da Contaminação Ambiental Por Parasitas Potênciais Causadores De Zoonoses Em Espaços Públicos De Lazer Em Apucarana, Paraná, Brasil. BIOFAR. 2012; 08(01): 18-24.
Akutsu RC; Botelho RA; Camargo EB; Sávio KE; Araújo WC. Adequação das boas práticas de fabricação em serviços de alimentação. Rev Nutr. 2005; 18(3):419-27.
Pires DR, Thomé SMG, Coelho PSJ, Santos HZ, Azevedo LA, Frechette MF, Pires MS, Abboud LCS. Avaliação parasitológica de alfaces (Lactuca sativa) comercializadas no município do Rio de Janeiro (RJ). Semina: Ciênc. Biol. Saúde. 2014; 35(1):35-48.
Abreu IMO, Junqueira AMR, Peixoto JR, Oliveira SA. Qualidade microbiológica e produtividade de alface sob adubação química e orgânica. Ciênc Tecnol Aliment. 2010; 30(1):108-18.
Germano, PML, Germano, MIS. Higiene e Vigilância Sanitária de Alimentos. Barueri: Manole; 2008.
Takayanagui OM, Oliveira CD, Bergamini AMM, Capuano DM, Okino MHT, Febrônio LHP, et al. Fiscalização de hortas produtoras de verduras do município de Ribeirão Preto, SP. SMBT. 2000: 33(2): 169-74.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde- SVS. Manual Integrado de Prevenção e Controle de Doenças Transmitidas Por Alimentos. Brasília: Ministério da Saúde; 2010.
Brasil. Ministério da Saúde. Plano nacional de vigilância e controle das Enteroparasitoses. Brasília: Secretaria de Vigilância e Saúde; 2005.
Quadros RM, Marques SM, Favaro DA, Pessoa VB, Arruda AA, Santini J. Parasitos em alfaces (Lactuca sativa) de mercados e feiras livres de Lages - Santa Catarina Ciênc & Saúde. 2008; 1(2): 78-84.
Silva LP, Silva EJ, Silva RM. Diagnóstico parasitológico de Horticultores no monitoramento da contaminação parasitária em ambientes rurais. Biosci. Jour. 2010; 26(4):648-52.
Hoffmann WA, Pons JA, Janer JL. Sedimentation concentration method in Schistosomiasis mansoni. J Publ Hlth. 1934; 25:241-62.
Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução – CNNPA n°12, de 1978. Normas técnicas aplicadas. Brasília: Ministério da Saúde; 1978.
Alves AS, Neto AC, Rossignoli PA. Parasitos em alface-crespa (Lactuca sativa L.), de plantio convencional, comercializada em supermercados de Cuiabá, Mato Grosso, Brasil. Patol. Tropi. 2013; 42(2):217-29.
Freitas AA, Kwiatkowski A, Nunes SC, Simonelli SM, Sangioni LA. Avaliação parasitológica de alfaces (Lactuca sativa) comercializadas em feiras livres e supermercados do município de Campo Mourão, Estado do Paraná. Acta Scientiarum. 2004; 26(4):381-4.
Silva CGM, Andrade SAC, Stamford TLM. Ocorrência de Cryptosporidium spp. e outros parasitas em hortaliças consumidas in natura, no Recife. Ciên saúde coletiva. 2005; 10: 63-9.
Peixoto LO, Azevedo CV, Almeida SMA, Freitas BS; Melo MVC, Silva ING. Avaliação Microbiológica e Parasitológica de alfaces minimamente processados, comercializados em supermercados da cidade de Fortaleza, Ceará. Nutrivisa. 2014:1(1): 27-31.
Soares B, Cantos G A. Qualidade parasitológica e condições higiênico-sanitárias de hortaliças. RBE. 2005; 8(4): 377-84.
Norberg AN, Ribeiro PC, Gonçalves JS, Sanches FG, Silveira VFC, Oliveira MF, et al. Prevalência de ovos, larvas, cistos e oocistos de elementos parasitários em hortaliças comercializadas no município de Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, Brasil. Rev Ciên Tecn. 2008; 8(1):12-21.
Mesquita VCL, Serra CMB, Bastos OMP, Uchôa CMA. Contaminação por enteroparasitas em hortaliças comercializadas nas cidades de Niterói e Rio de Janeiro, Brasil. Rev Soc Bras Med Trop.1999; 32(4): 363-6.
Luz JR, Câmara HC, Lima DV, Silva MH, Costa EL, Costa CK. Avaliação da contaminação parasitária em alfaces (Lactuca sativa) comercializadas em feiras livres na região da Grande Natal, RN, 2014. Nutrivisa. 2014; 1(2):16-19.
Silva VG, Santos GC, Ferreira VM. Enteroparasitas veiculados em folhas de alfaces (lactuca sativa) comercializadas na feira livre da cidade de Governador Valadares, MG. Encicl. Bios. 2017; 14(25):1344.
Oliveira A, Perez L. Contaminação de enteroparasitas em folhas de alface (Lactuca sativa) e agrião (Nasturtium officinalis) em duas hortas comerciais de foz do Iguaçu, estado do Paraná, Brasil. Rio de Janeiro. Eletrôn Novo Enfoque. 2014; 18(18):109-24.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 REVISA

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
-
Atribuição — Você deve dar o crédito apropriado, prover um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas. Você deve fazê-lo em qualquer circunstância razoável, mas de nenhuma maneira que sugira que o licenciante apoia você ou o seu uso.
- Sem restrições adicionais — Você não pode aplicar termos jurídicos ou medidas de caráter tecnológico que restrinjam legalmente outros de fazerem algo que a licença permita.