A AUTOMEDICAÇÃO EM CONTROLADORES DE VOO DE BRASÍLIA

Autores

  • Neugivan Ricardo de Medeiros
  • Rosângela Batista de Vasconcelos

Palavras-chave:

Farmácia, Automedicação, Controladores de Voo

Resumo

 Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), ter saúde vai muito além do fato de não apresentar doenças, ou seja, o indivíduo precisa dispor de bem estar social, físico e mental. Não é raro encontrar alguém que faça uso da automedicação para alcançar seu bem estar, podendo essa prática influenciar diretamente nas suas tarefas diárias. No presente estudo, analisou-se a frequência do uso de medicamentos pelos controladores de voo de Brasília, onde foi realizada uma pesquisa de campo através de um questionário pré-elaborado, analisando a classe de medicamentos mais utilizados, tempo de uso e conceito “popular” de automedicação. Visando proporcionar uma reflexão sobre o assunto a esses profissionais, foi aplicado um questionário entre os profissionais que controlam voo em Brasília, analisando o uso constante ou não da prática de automedicar-se em períodos longos ou não, já que o seu próprio diagnóstico o induz a escolher o melhor medicamento, no seu ponto de vista, para a causa da dor, fazendo com que uma consulta médica seja dispensada. Muitos pacientes que se automedicam buscam aliviar ou abrandar algum sintoma, estando sujeito dessa forma causar um dano maior a sua saúde por intoxicações ou pelo fato de mascarar alguma patologia grave.

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Publicado

2018-03-01

Como Citar

Medeiros, N. R. de, & Vasconcelos, R. B. de. (2018). A AUTOMEDICAÇÃO EM CONTROLADORES DE VOO DE BRASÍLIA. REVISA, 6(1), 30–37. Recuperado de https://rdcsa.emnuvens.com.br/revista/article/view/759

Edição

Seção

Artigo Original