Tomossíntese em mamas densasD.

uma alternativa promissora para superar as limitações da mamografia 2D.

Autores

  • Laura Beatriz Rodrigues Oliveira
  • Flávia Roberta Magalhães Araújo Rocha
  • Izabella Caroliny de Oliveira Coutinho
  • Nathália Cardoso Farinha
  • Sofia Neves de Almeida
  • Sonnally Ritielly Alves de Faria
  • Matheus Pinheiro de Abreu Falcão

Palavras-chave:

meta-análise, tomossíntese, comparação

Resumo

Objetivo: O câncer de mama é uma das principais causas de mortalidade entre as mulheres, tornando essencial sua detecção precoce. Para tanto, utilizam-se métodos de imagem bastante eficazes. Além da mamografia 2D, atualmente conhecida como padrão, ela apresenta limitações em mamas com maior densidade, devido à sobreposição tecidual. Nesse caso, a imagem digital (DBT) surge como uma alternativa promissora, fornecendo imagens tridimensionais e reduzindo erros diagnósticos. Esta revisão sistemática analisa estudos que comparam a tomossíntese à mamografia 2D em mamas densas (BI-RADS C e D). Os resultados demonstram que as tomossínteses apresentam maior taxa de detecção do câncer e menor taxa de reconvocação (recall), além de maior eficiência na detecção de tumores menores que 10 mm, principalmente em mamas extremamente densas. Apesar de algumas limitações, como alto custo e maiores doses de radiação, esse método pode ser destacado como superior e sua importância para a prática clínica reforçada.

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Publicado

2026-03-24

Como Citar

Oliveira, L. B. R., Rocha, F. R. M. A., Coutinho, I. C. de O., Farinha, N. C., Almeida, S. N. de, Faria, S. R. A. de, & Falcão, M. P. de A. (2026). Tomossíntese em mamas densasD.: uma alternativa promissora para superar as limitações da mamografia 2D. REVISA, 15(Esp. 4), 76–82. Recuperado de https://rdcsa.emnuvens.com.br/revista/article/view/1146