Avaliação do efeito antibacteriano hidrolatos de inflorescências da mata atlântica (Pilocarpus pennatifolius e Chamissoa altissima)

Autores

  • Lucas Mateus Both
  • Kelien Canova Berlatto
  • Álvaro César Cattani

Palavras-chave:

Hidrolatos, Plantas medicinais, Atividade antibacteriana

Resumo

Objetivo: O estudo investigou o potencial antibacteriano dos hidrolatos das inflorescências de Pilocarpus pennatifolius e Chamissoa altissima, coletadas na Mata Atlântica. Os hidrolatos foram obtidos como subprodutos da extração de óleos essenciais e testados pelo método de disco-difusão contra cepas de Escherichia coli (ATCC 25922 e isolado clínico) e Staphylococcus aureus (ATCC 25923 e isolado clínico). Os resultados demonstraram ausência de halos de inibição em todas as combinações avaliadas, sugerindo ineficácia antibacteriana dos hidrolatos. A falta de efeito pode estar relacionada à baixa concentração de compostos bioativos ou à degradação durante a destilação. Conclui-se que os hidrolatos dessas espécies não apresentam atividade antimicrobiana relevante frente às cepas testadas, reforçando a necessidade de investigações futuras com métodos de extração diferenciados e maior diversidade de microrganismos. 

 

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Publicado

2026-02-01

Como Citar

Both, L. M., Berlatto, K. C., & Cattani, Álvaro C. (2026). Avaliação do efeito antibacteriano hidrolatos de inflorescências da mata atlântica (Pilocarpus pennatifolius e Chamissoa altissima). REVISA, 15(Esp.1), 139–143. Recuperado de https://rdcsa.emnuvens.com.br/revista/article/view/1058